A Fiocruz Brasília e o Museu da Vida Fiocruz (MVF) acabam de lançar a terceira edição da Oficina de Jornalismo de Ciência e Saúde para Comunicadores Populares. Trata-se de um treinamento para jornalistas e criadores de conteúdo que atuam em periferias, favelas, quilombos, terras indígenas e outras comunidades de todo o Brasil. Essa oficina de jornalismo da Fiocruz acontecerá online nos dias 21, 22 e 23 de agosto de 2025.
Com isso, os organizadores esperam que esses jornalistas, após concluírem o curso, apliquem os novos conhecimentos produzindo reportagens relevantes em suas comunidades, aproximando a população de temas como ciência, saúde, tecnologia e sustentabilidade. O curso, entretanto, será ministrado apenas para comunicadores selecionados. Continue lendo e saiba como você poderá participar.

Como será a oficina de jornalismo da Fiocruz
Os comunicadores selecionados para participar da oficina de jornalismo da Fiocruz vão passar por um treinamento e por uma mentoria com os jornalistas do departamento de comunicação da instituição. Os aprendizes vão receber instruções que os capacitarão a produzir reportagens nas áreas de ciência e saúde.
Depois disso, os comunicadores deverão ir a campo para produzir reportagens, as quais poderão ser publicadas no website Invivo, do MVF. Uma comissão selecionará as melhores matérias e os autores delas serão pagos pelo trabalho. Não foi divulgado qual será o valor desse pagamento. Mas como se pode observar, nem todos verão seus trabalhos em destaque, mas todos receberão um certificado.
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Como fazer a inscrição
As inscrições para a oficina de jornalismo da Fiocruz vão até o dia 3 de agosto de 2025. Os interessados devem acessar e preencher um formulário online com seus dados pessoais, link para portfólio e outros requisitos.
Podem se inscrever jornalistas com experiência comprovada em produção de reportagens, acima de 18 anos, com acesso à internet, ligados a comunidades tradicionais como quilombolas, ribeirinhos e indígenas.
Os organizadores pretendem selecionar 25 comunicadores populares, cinco de cada região do país. Eles estão incentivando especialmente a inscrição de pessoas negras, pessoas com deficiência, mulheres e integrantes da comunidade LGBTQIAPN+.



